sexta-feira, 16 de julho de 2010

Le banquet

A música é forte . Escuta-se seu pranto. Os pratos da bateria, os violinos , no mínimo dois . E ah... sim . A sanfona ! Que som instigante. Sem perceber seu coração bate no mesmo ritmo que a música . É doce . É triste, mas pode ser feliz também. Pode-se dizer que ela é a felicidade dentro da própria tristeza .
é um banquete. Começa agitado, como uma festa. Eles dançam , eles bebem e termina de repente, em um cansaço repentino, não planejado .
Mas fica .

sábado, 10 de julho de 2010

Que papo é esse?

Funciona assim : a gente constrói um conceito , um ideal , a gente muda . Mas basta um gesto escorregadio que faz tudo voltar a estaca zero .
A consciência é falha .
Existe um tipo de liberdade por aí , nas ruas , nos bares , nas favelas que é invejável . Tipo essa, que não se atinge fácil , você primeiramente tem que romper consigo mesmo , romper seus medos . Romper uma liberdade que ali já existia .Excluir essa.
Depois disso tem um outro patamar , buscar algo que quando se alcança não se enxerga. Tem que ser detectado em algum momento que você a conseguiu.
No final é igual . A gente se cansa. Não era isso . Era aquilo. Aquilo que não se tem e que não se terá nunca.
Talvez nos sonhos... Mas até neles eu me escravizei .